24 de mar de 2012

Confesso, tenho medo!

Essa coisa de blogar é interessante. Eu havia começado a escrever texto abaixo para ser publicado há alguns dias. Mas, como o danado do meu blog me faz sentir vontade de postar sobre um tantão de coisas, resolvi falar à respeito da velhice, pois surgiu a oportunidade, como expliquei na postagem anterior. Assunto, que por sinal, rendeu vários comentários maravilhosos. Foi muito bom ler todos vocês. :)

Ok! Parangolés explicados, vamos voltar ao texto atual. Após a penúltima postagem que publiquei no Umas e outras "Quando o coração diz que está com saudades...", onde falei sobre a perda de um grande amigo, lendo os comentários e relembrando os momentos que passei quando Flávio faleceu, me peguei refletindo um pouco(ou seria muito?) sobre uma questão que a maioria das pessoas têm grande dificuldade em lidar, a morte.

Confesso que até certa idade eu sempre dizia que a morte não me amedrontava. Acho que isso se dava porque eu ainda era muito novinha e, de uma forma ou de outra, em meu inconsciênte, sentia que ela ainda estava longe de mim. Claro, tudo isso olhando pela ótica do ciclo natural da vida(que nem sempre acontece como desejamos e esperamos). Sim, eu sei que a vida nem sempre segue essa ótica, mas quem iria me dizer o contrário? Afinal eu era adolescente e só conseguia pensar que viveria longos anos. Deem um desconto, pô!! :)

A questão é que as coisas mudaram, quando meu filho nasceu. Aliás, minha forma de encarar as coisas mudaram. Se antes eu dizia que a morte não me metia medo, depois que Gustavo nasceu eu só conseguia pensar que essa dona me assustava muito. Eu tinha(e ainda tenho) muito medo de perder as pessoas que amo. Mas, também, passei a ter grande medo de morrer. E olha que nessa época eu ainda era muito jovem. Meu filho nasceu quando eu estava com 23 anos.

Deixe-me contar uma experiência. Quando sofri um acidente de moto, em 2009, no momento em que perdi o controle e caí de encontro ao chão, fiquei inicialmente com uma grande falta de ar. Naquele momento, sem fôlego a única coisa que eu conseguia tentar dizer para o rapaz que parou o carro imediatamente para me socorrer foi "me ajuda" (mas, em minha cabeça, era como se eu estivesse dizendo "não quero morrer"). Depois do susto(sim, eu tive escoriações/queimaduras que me fizeram sentir muita dor e uma fratura na escápula. Mas, como dizem, dos males os menores), vi que a coisa não havia sido tão grave assim, mas, naquele comecinho o medo esteve presente de forma quase palpável.

Imagem daqui
Quando falo desse medo da morte, não relaciono, aqui, às questões espirituais. Não me refiro ao que pode ou não acontecer depois. Aliás, para falar a verdade, nem me pego pensando nessas questões. Para mim, o bicho pega pelo simples medo de morrer mesmo. Pode parecer egoísmo, mas não consigo imaginar como seria o mundo sem mim(Não riam... é sééééério!!!). Não, não estou dizendo isso de forma prepotente, imaginando que os outros jamais sobreviveriam sem mim. Mas, doi muito pensar que mais cedo ou mais tarde deixaremos de fazer parte da vida do outro. Lembro-me quando estava conversando com um querido amigo, Custódio Gonçalves, que me disse o seguinte "Joicy, aproveite cada momento de sua vida, pois no momento em que você morrer, é como se o universo estivesse acabado também, pois você é seu universo". Parece algo egocêntrico, né? Mas, faz todo o sentido. Afinal, meu universo só existe porque eu existo. Sem mim? Ele já era, bebês!

Imagem daqui
Enfim, a morte é uma danada que me faz tremer pelas tabelas. Quando meu filho nasceu eu sempre falava que desejava viver muito para poder vê-lo se tornar um adulto independente. Quando ele for adulto, quero viver muito para ver os filhos dele(se desejar tê-los) se tornarem adultos... e assim por diante. Como diz minha sogrinha, não serei exagerada dizendo que desejo viver até os 100 anos. Sou humilde. Viver até os 99 anos de idade já está de bom tamanho pra mim. *--------*

Como disse o poeta, Mário Quintana, "Morrer, que me importa? O diabo é deixar de viver!"

Beijinhos...

Câmbio, desligo!

96 comentários:

  1. Bom dia Madrinha!
    Será que sou a primeira?
    Eu acho que vc não é a única a temer a morte, tem até uma frase de camiseta: "Se a morte é descanso, prefiro viver cansado". kkkkkkkkk. Eu acredito na Bíblia, vc sabe disso, e a Bíblia diz que há um lugar muito melhor do que esse preparado para aqueles que entregaram suas vidas a Jesus, e eu fiz isso há muito tempo. Mas pergunta se eu quero morrer? Nãooooo. Eu quero ver o Daniel entrar na OSESP, quero ver o Fernandinho escrever um livro, quero vê-los crescerem, errarem, e aprenderem com seus erros, se decpcionarem com suas namoradas e virem chorar no meu ombro. Quero falar muito: Eu te disse! kkkkkk.Quero curtir meus netos. Quero curtir minha vida com o Marcos quando os meninos estiverem criados e vivendo a vida deles. O nosso sonho é nos aposentarmos e viajarmos o Brasil numa Harley Dayvson (kkkkkk). Dá prá imaginar? Espero que aconteça tudo isso antes da morte me pegar, porque a única certeza da vida é a morte, e ela vem, eu acredito que ela vem na hora certa, nem antes, nem depois. Só quem morre de véspera é peru. A gente só morre quando chega a hora. É isso aí, como sempre falei demais.
    Bjão no coração.
    Um ótimo final de semana.

    http://ashistoriasdeumabipolar.blogspot.com.br/

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    1. Oi minha afilhada virtual... hihihihi... então vc deseja viajar com o Marcos pelo Brasil, nuna Harley? Não é fraca não, heim!? Dou total apoio... aliás, acho que ninguém em sã consciencia quer deixar essa vida, né? Há tanto para vermos e vivermos! Que venham os próximos 66 anos, oras bolas! rs

      bjks

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  2. Olá!Bom dia!
    Texto para se pensar...e muito!
    Eu tenho uma frase que gosto muito:Não levo a vida muito a sério, porque NÃO vou sair VIVO dela mesmo...então, não me pego PENSANDO no medo de MORRER...
    Confesso, que fico deveras sensibilizado, quando vejo que a ordem natural da morte ( se existir isso, rsrs) foi alterada ,tipo: o filho/a ir antes da mãe/pai. Isto é muito doloroso. E gostei, quando tu disse, que gostaria de "ficar viva" para ver seu filho se tornar adulto e independente.Também, é o meu sonho.Pois isto eu não tive,pois quando comecei a ter noção das coisas, meu pai faleceu...
    Nossa!99 anos, não...espera mais um ano...e quem sabe NÃO TEREMOS...em toda a mídia, num futuro próximo, a divulgação do Século Joicy? 100 anos de Joicy!
    Bom final de semana!
    Beijos

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    1. Meu querido Felisberto, admiro vc, viu!? Pela visão mais natural das coisas. Acho que nesse caso, da vida não seguir o seu curso natural a gente se pega em situações desesperadoreas, como a mãe de meu amigo que perdeu seu filho ainda muito jovem. Isso não é o que desejamos. Nesse caso, sim, desejamos ir antes. Nem gosto de pensar...

      Me sensibilizei com seu relato, sobre seu pai. Os filhos precisam dos pais por perto durante o processo de formação, né!? Mas, nem sempre as coisas acontecem da forma "natural", infelizmente.

      Ah, será que estou desejando muito, por querer viver 99 anos? Pô, cem anos? Vou pensar no seu caso. rsrsrs

      Obrigada por vir sempre, querido...

      bjks

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  3. hehe adorei essa parte "não consigo imaginar como seria o mundo sem mim"
    bom eu nao tenho medo de morrer, so nao queria sentir dor hehhe acho q ninguem quer ne?
    espero realizar ainda meus sonhos q faltam..ai td bem :D
    bjosss bom final de semana pra vc

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    1. Pauleenha, com certeza, ninguém com saúde mental deseja morrer. rsrsrs... mas, acho que alguns medos são maiores que outros. rs

      Obrigada

      bjks

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  4. (...) "Joicy, aproveite cada momento de sua vida, pois no momento em que você morrer, é como se o universo estivesse acabado também, pois você é seu universo" (...) meu universo só existe porque eu existo.

    "Que legal esta postagem! Realmente, a morte é algo que assusta, afinal, não sabemos, de fato, o que vem depois dela. Mas lembre-se se vivermos pensado como e quando iremos morrer,estaremos vivendo uma morte antecipada, então vivamos para vida, para a nossa vida e a vida das pessoas que amamos. O final só deus sabe como será!
    Como você mesma citou um dizer do poeta Mário Quintana "Morrer, que me importa? O diabo é deixar de viver!"
    Eu interpreto como se deixar de viver, seja realmente isso que refletir logo a cima, tipo, viver como um macambúzio esperando a morte chegar, não usufruindo da singela e magnifica natureza...
    Não estou dizendo que você viva dessa forma, veja bem, só alerto para que não deixe de maneira alguma este medo vir a tal grau de decadência. Enfim, que não deixemos que isso aconteça."
    Obrigada pela visita em meu blog, vc sempre é bem vinda lá! ^^
    Grande abraço da amiga Pérola!

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    1. Com certeza, Aline, ficar vivendo uma morte antecipada não dá pé. Mas, eu tento não chegar a esse ponto. Aliás, nem fico remoendo a situação. Mas, de vez em qundo me pego pensando sim, confesso. Sobre a fala do Mario Quintana, eu compreendo da seguinte forma: A morte está aí, vamos morrer e ponto. Depois dela, o corpo não sente, então, nem é o que amedronta. O triste(ou o diabo da frase dele) é deixar de fazer todas as coisas que fazemos, deixar de aproveitar tudo o que aproveitamos, deixar essa vida pra trás, pq viver é bom demais... Mas,Aline, deixo claro que essa é apenas minha compreensão da frase do sábio Mário Quintana. Sem desmerecer a sua. ;) Essa frase está no seguinte contexto “Um dia...pronto!...me acabo. Pois seja o que tem de ser. Morrer: que me importa? O diabo é deixar de viver!“ Sendo assim, mesmo eu tendo meus receios, quero sim aproveitar cada instante. Acho que já estou fazendo isso. hahahahah ... mas, sim, com os dois pés atrás com essa danada morte.

      bjkssss

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  5. Quando era mais novo, não me importava em morrer. Não tinha ninguém, era imaturo. Claro, minha ausência acabaria com meus pais, mas não pensava num afeto subindo a árvore genealócia, e sim, descendo. Como não tinha filhos, para mim, não teria a mínima importância se eu morresse ou não. Talvez fosse também seu pensamento quando mais nova. Enfim, agora eu tenho medo. Depois de um filho, tudo muda não é? Pensamentos, conceitos, atitudes... Não que eu não tenha um, mas tenho uma irmã mais nova. O afeto é tão grande que essa danada da morte me assusta, apesar de não ter passado por uma experiência em que achei que morreria, como você descreveu no acidente de moto. Ela me assusta, apesar de eu brincar muito com ela no meu blog. Será que é perigoso, brincar com morte desse jeito? kkkk
    Abraços

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    1. Mateus, é como falei no texto, quando somos muito jovenzinhos vemos que a morte ainda está muitoooo longe. Provável pq sigamos, mentalmente, uma ordém lógica das coisas. E, pelo óbvio, não se morre tão jovem(claro, há sempre os casos inesperados!)

      Achei interessante vc ver sua irmã mais nova com alguém que precisa de sua presença. Aliás achei lindooooo!

      Obrigada pela visita, comentário e por se sentir à vontade para relatar sua vivência aqui no Umas e outras...

      bjks

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  6. o medo de morrer é uma coisa permanente. Também tenho medo de ir embora sem concretizar os meus sonhos. Mas acho que tanto você como eu deveriamos pensar mais na vida. O link com a outra postagem sobre o amigo foi muito pertinente. Abraço querida amiga.

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    1. Victor, com certeza esse é um dos medos de muitos, partir sem ter feito o que desejava. Sem colocar os planos/projetos em ação.

      Estava com saudades de vc. Fiquei super feliz com seu retorno!

      bjks

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  7. Oi, Joicy! Eu confesso que não penso muito nisso e quando o faço, é pra pensar exatamente no que vc não pensa: no depois!
    Acho que a minha forma de ver isso tudo é mais egoísta do que a sua, eu penso no que vai ser de mim depois e não no que vou deixar pra trás, nas pessoas que podem sentir minha falta...
    Seu texto me fez refletir....

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    1. Inicialmente, ao ler seu comentário pensei que vc estava se referindo ao "plano espiritual", mas aí comnpreendi que vc está falando no que vc deixará para as outras pessoas que ficarão. Tipo, sua marca, né!? Interessante, ese ponto de vista. Realmente, esse tema nos leva a muitas reflexões.

      bjks

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  8. Querida Joicy, li com muita atenção o teu texto, muito bem escrito , por sinal, e a abordagem do tema sempre atual, passe o tempo que passar!

    Li também os comentários dos amigos acima ( adoro ler comentários! rss) e fiquei aqui pensando o que uma espírita convicta, estudiosa da assuntos da alma, dos fenômenos da vida e da morte, como eu, poderia comentar, sem cair naquela de "doutrinar", mesmo porque até mesmo você, no seu texto, não teve essa proposta. Então, comentarei apenas que o que realmente me dá o que pensar é o tal momento de morrer...Em que momento psicológico, existencial, espiritual estarei eu ?Como estará o meu conteúdo íntimo, ja que é isso o que levarei comigo...Ouvi dizer que Céu, Inferno e Purgatório
    são portateis , cada um carrega o seu...rsss...É, aí, Joicy que o "bicho pega".rsss
    Adorei o jeito que você nos colocou pra pensar...

    Bjoss da Lu...

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    1. Lu, muito obrigada por vir aqui e comentar... desejo que volte sempre.

      Vou confessar que tenho minhas dúvidas sobre essas questões de céu e inferno, mas, não deixo de ler à respeito. Aliás, acho a doutrina espírita muito interessante, viu?

      bjks :)

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  9. Também tenho medo de morrer, mas não do depois, nem de "deixar de existir", mas sim da forma como posso morrer.
    Por mim, morreria dormindo lindamente. kkkkkkkkk
    Não quero sofrer, sabe? Queria que fosse rápido e indolor.
    Também não posso dizer que penso que "vou morrer e tais pessoas vão ficar sem mim". Não tenho "alguém por quem viver" (no seu caso, há principalmente o marido e o filho), então vou vivendo por mim mesmo. Hahahaha!


    Já até passei perto de morrer, adivinha como?? Entalada. kkkkkk
    Fiquei alguns minutos sem respirar, primeiro aquele desespero e eu estava agitada e dava "tapinhas" em mim para tentar desentalar, e a medida que os minutos passavam fui ficando paralisada, só meus olhos se moviam e as lágrimas começaram a cair.
    Podia apenas ver o desespero da minha avó e da minha tia sem saber exatamente como me ajudar (elas não conhecem nada de primeiros socorros nesses casos e nem eu sabia, mas depois disso fiz questão de aprender e já salvei a vida da minha avó. ^_^).
    Eu creio que já ia perder os sentidos, não ouvia mais elas falando comigo, as coisas ficaram meio "lentas" e então milagrosamente (Deus!) eu consegui me desentalar.

    É aquilo: Respirar é algo tão "besta" que a gente só dá real valor quando falta o ar.

    Enquanto isso, vamos vivendo.
    Beijos.

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    1. Lay, acho que todos nós queremos morrer "lindamente", serenamente, sem sofrer. Mas, em meu caso, só daqui 66 anos. Rá!

      Menina do céu, quando li seu relato lá(quando vc disse que quase morreu entalada... kkkkkkk) dei uma gargalhada. Mas aí fui lendo... lendo... lendo e fiquei desesperada com a situação. O que foi aquilo, mulher!? Ainda bem que tudo acabou bem... ufa!!!!

      bjks

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  10. Oi Joicy*
    O post de hoje é interessante hei!
    Pra falar a verdade, eu era como você, não me importava muito com a morte. Mais desde que sair de casa, e fiquei longe dos meus pais, esse medo vem me apavorando! Não tenho medo de morrer, tenho medo de perder as pessoas que amo, medo do telefone tocar e ouvir uma notícia ruim, entende? Posso imaginar o que você sentiu na hora do acidente de moto, pois já tive uma experiência parecida e posso dizer que nessa hora a gente ver um filme da vida. E aúnica coisa que queremos naquele momento é uma segunda chance! Acho que as pessoas deveriam pensar mais sobre a morte sabia? Pois muitos não dão valor na vida, nas pessoas...
    Gostei do post querida, e obrigada por passar lá no blog! *-*
    Desejo que possamos viver muito anos ainda! rsrsrsrs Pelo menos até os 99! kkkkkkkkk

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    1. Polly, eu tbem tenho muito medo de perder quem em amo... as pessoas próximas de mim. De certa forma, acredito que esse medo é unânime. No entanto, como falei, de uns anos para cá, tenho medo de ir-me embora de vez. Acho que é um apego à vida. Nem sei explicar. rs...

      Eu tbem moro longe de minha mãe e me mudei para Goiânia quando tinha 19 anos(há mais de 14 anos). Enfim, passei pelos mesmos medos que vc. Ainda hoje, vez ou outra me pego assustada quando o telefone toca tarde da noite.

      Falar de morte não deveria ser um tabu, uma vez que é a única certeza que temos, né!? Mas, o ser humano tem dessas coisas.

      bjks

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  11. OLa Joicy, excelente reflexão, contudo diferente de você, não consigo desvincular o assunto morte do outro assunto "o que tem do lado de lá"? Cada um tem a sua visão sobre o tema, seja científica ou religiosa, mas eu fico muito tranquilo pois a doutrina que sigo me traz ensinamentos lógicos que me deixam muito "inteirado" a cerca desse tema.


    Sem querer dar uma de religioso enchendo o saco, mas já sendo, leia o "Livro dos Espíritos" de Alan Kardec, quem sabe não te da uma luz sobre o assunto ? No meu caso foi ótimo, mas... Se não gostar leia, pesquise você mesma sobre o assunto e tente se identificar com alguma linha de pensamento, isso traz muita tranquilidade, ou seja crer em algo, podes crer, ok ?

    Abraços amiga.

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    1. Flavinho, como nós conversamos lá no Face, leio de tudo. sua dica está anotadíssima, viu!!??? Aliás, isso que acho riquissimo aqui. Ver os diferentes comentários e aprender bastante com todos eles. Sempre lhe achei super centrado em suas palavras. Bjks

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  12. Oi Joicy!
    Acho muito desconfortável pensar na própia morte ou na de outas pessoas próximas. É um pensamento angustiante.
    Mas sincermente não acho que o seu universo acaba quando você deixa esta vida. Indo mais além, esse universo nem é totalmente seu. Só uma parte dele.
    É como se fosse a sua marca, uma impressão que você deixa gravada nas pessoas a sua volta, que permanece durante muito tempo e passa para seus descendentes.
    Por isso que é tão importante viver bem cada momento da vida e fazer o possível para deixar uma marca positiva.

    Tenha um belo domingo. Beijo!

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    1. Angelus, vc colocou na linha que se refere ao que deixamos para os que ficam, né? Claro, no campo das relações. Olha que interessante, estava falando sobre isso com a MArly, quando ela falou algo que me lembrou um filme que assisti há algum tempo. Leia a resposta que deixei pra ela. Pois, mesmo pensando por esse lado, sabemos que um dia nos vamos e as pessoas que nos conhecem tbem irão, até que chegará uma época em que será como se nós nunca tivéssemos existido. kkkkkkkkkkkkkk... tá, parei! Prometo que não pensarei muito nisso.


      Obrigada pelo comentário

      bjks

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  13. Joicy boa noite!
    Sabe, você não tem medo de morrer e sim de parar de existir! Morrer, morremos todos os dias. Há uma frase que eu adoro:"Quanto mais eu vivo, mais eu morro!" Estamos numa constante morte. Morrem nossas células epiteliais, células capilares, hormônios diminuem, morrem os óvulos, morremos, morremos e morremos. Morrem alguns sonhos (mas renascem outros), morrem nossos projetos e planejamos outros. Enfim, vamos morrendo em vida!
    Mas deixar de existir é um pensamento inaceitável! Parar de pensar, de sentir, de respirar(aiiiiii me sinto sufocada de pensar nisso...). E com o tempo paramos de existir na lembrança de muitos que nos são caros. Assim é o ciclo da vida. A nossa falta passa a doer menos, e até a parar de doer de vez...
    Freud diz que nós não acreditamos em nossa própria morte, e que quanto mais a exaltamos, mais a negamos.
    Eu tenho medo de parar de existir, de morrer só um pouco, pois nesse cotidiano de morte vamos aprendendo a aceitá-la. Da velhice só tenho medo da solidão, do pouco caso da sociedade, da dependência e da fragilidade que ela traz. De resto é só alegria, pois acredito que vou ficar pra semente...
    Beijokas doces

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    1. MArlyyy, seu comentário veio de encontro com algo que fico matutando aqui. Vc já assistiu ao filme Confissões de Schimidt, com o Jack Nicholson!? Caramba, quando assisti parei pra pensar muito nessa danada morte(ou, como vc bem colocou, no deixar de existir.). Acho que é esse meu medo. Aliás, no filme ele espõe justamente o que vc abordou, dizendo mais ou menos assim, numa fala do personagem: que o triste não é morrer. O triste é que com o tempo deixaremos de existir. E um tempo depois as pessoas que nos conhecem deixarão de existir e com isso, nós deixamos de existir tbem! Caraaaaaaaaaca, mulher, surteiiiiii com seu comentário. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  14. Oi Joicy!
    Antes de comentar, foi um pouco estranho... Estava tocando no meu PC a música "Born To Die" da Lana Del Rey...
    E realmente se você olhar bem, a única certeza que temos nessa vida é que morrermos... E assim como você, eu quero morrer o mais tarde possível :)
    Mas é isso que faz pensar: Como o ser humano é uma criatura frágil. Tenta dominar tudo e todos para no fim simplesmente morrer.
    Eu não chego a rir na cara da morte, mas eu também a temo. Realmente, temos que viver como se amanhã fosse 20/12/2012 kkkkk
    Bjs

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    1. Dudu, coincidência mórbida essa. rsrsrsrsrsrs

      Que vivamos muito... aproveitando tudo o que ela nos tem para oferecer. O pior de tudo o que vc complementou, é que o ser humano muitas vezes foge dessa fragilidade. Já viu como estamos abarrotados de semideuses? Pois é, Fernando Pessoa que estava certo quando disse que estava farto dos semideuses e se perguntou onde havia gente no mundo.

      Que o mundo não acabe em 2012. haahahahah

      bjks

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  15. Oi Joicy! Saudade de estar por aqui! Mas vc sabe como é essa nossa rotina insana! Adorei o post, nos leva a refletir muito...Engraçado, não acho que tenho medo da minha morte, tenho mais medo de perder aqueles que amo. Em relação a mim, tenho mais medo de não envelhecer bem...Medo de ficar doente, dependente, sei lá, isso me assusta mais...Mas, a única certeza que temos, é que um dia faremos a grande viagem, espero que essa viagem seja tranquila, acho que só posso desejar isso. Bjos!

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    1. Carol, nem me fale de rotina insana. Agora que estou começando a me acostumar com a distancia entre as duas escolas.

      Esse mesmo medo que vc tem, eu tbem sinto. Mas, o medo de minha morte é algo que me faz refletir bastante.
      Vamos aproveitando, enquanto isso!

      bjks

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  16. Oi Joycinha,

    Nunca gostei de pensar ou falar sobre a morte e nunca tinha perdido ninguém tão próximo. Quando o pai de Mateus se foi, após um tempo, comecei a não me assustar com ela, pois não há como controla-lá. Ela já nasce adulta, forte e sem emoção. Entendo quando você fala, pensando no seu filho, mas tudo será como tem que ser. Talvez esteja sendo racional sobre o tema, mas nesse momento não a temo, mas não duvido de sua desavidão. Fico quieta e deixo ela lá no território dela, deixando ela literalmente só.

    Todavia, existe outra morte que é a interna, a que distancia da sepultura, mas nos traz para um universo sem cores,diria sem Toquinho em Aquarela. A outra vem, faz o que tem que fazer e some. Essa consegue cartão de sócio e frequenta todos os espaços, ganha imortalidade e anula o que se foi. A outra deixa o passado e essa faz o futuro.

    Desculpa-me, se não consegui colocar uma mensagem que atinja a serotonina, mas é verdadeira.

    Beijos e cuida-se!

    Lu

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    1. Esse não controlá-la me assusta, Luluzinha... como vc disse, essa danada já nasce independente!

      Adorei seu comentário, viu!? Acrescentou bastante!!

      bjks

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  17. Eu estaria mentindo se dissesse que a morte não me assusta, mas o medo que ela me causa é de que ao perceber que ela está chegando eu não sinta que a vida foi de fato bem vivida, daí neste ponto eu me convenço que tenho mais medo da vida não vivida do que da morte...

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    1. José Bruno, acho que nunca estaremos de fato satisfeitos. Sempre acharemos que poderíamos ter feito mais, né!? Isso faz parte do ser humano e de sermos humano! Vc finalizou brilhantemente, pois essa vida não vivida é assustadora. Principalmente pq lá no finzinho da vida acabam vindo os arrependimentos, por conta de tudo o que não fizemos.

      Vamos tentar concluir o que projetamos...

      bjks

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  18. Joicynha, que ótimo texto!
    Há uns dois domingos, se não me engano, ouvi uma pregação do meu pastor sobre uma passagem em que Paulo diz que "Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro".
    Cara, eu viajei na pregação dele, pq falava sobre a dificuldade de viver essa palavra. O cara tem que ser muito evoluído (espiritualmente falando) para dizer que morrer é lucro.

    Concordo plenamente quando vc diz que quando temos filho nossa visão da vida muda. Também morro de medo de morrer (desculpa o trocadilho, rsrs), e deixar meu filhote que ainda precisa tanto de mim.

    Aproveito também pra agradecer a visita e comentário lá no Apenas Palavras, e dizer que também gosto muito de te ler aqui, viu? Brigadim pelo apoio ao meu humilde, mas aconchegante espaço ;)

    Bjkss, querida!

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    1. Oi querida, fico feliz que tenha gostado.

      Com certeza, quando nos tornamos mães as coisas acabam mudando muito para nós, né!? Nossa visão se torna diferente...

      Obrigada!

      bjks

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  19. Joicynha, queridona!
    Excelente post!
    Creio que todo mundo tem, pelo menos um pouco, de medo da morte.
    É fato que quando nascem os filhos se pensa bastante nisso.
    Já vivi pessoalmente 3 fatos de quase morte, ou seja, sobrevivi a três. (quando nasci, um nascimento dificilíssimo onde minha mãe ficou em coma e eu e os médicos luturam por alguns dias pela minha vida; depois num acidente de carro quando eu tinha 5 anos, que o carro com toda minha família caiu num arroio e ficamos afundados totalmente e tínhamos que sair do carro, quando passaram dois moços, do nada (seriam anjos?) e nos tiraram do carro... e o terceiro foi em 2005 quando o avião em que estava eu e meu marido, voo Milão-São Paulo, teve uma turbulência de máximo grau e começou queda). Se sou que nem gato, me restam 4. Brinco com isso, pois é muito sério!
    O que tiro dessas experiências?
    A VIDA É O BEM MAIOR!
    Honro ela todos os dias, e vivo o máximo, é nisso que me apego... e a morte, é só a morte.
    Beijinhos!
    Sempre me emocionando por aqui, garota insônia 1!

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    1. Obrigada, Cissinha!!!

      Ahhh, que situações, menina! fiquei aqui, com o coração na mão só de pensar nos acontecimentos de sua vidinha(ou seria [quase]morte?)!!! Eita, mulher gata!!!

      bjkssssss

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  20. Joycita!
    Mais um ótimo texto!
    Acho que o medo da morte é algo naturalissississímo. Pois devemos viver. Nossos instintos são todos voltados para a auto-preservação, preservação da prole, preservação da espécie! Preservação! Preservação! E a morte? A morte vai contra tudo isso! A morte é deixar de se preservar! É não ter certeza de como ficarão os teus filhos e como ficará o mundo sem ti!
    Eu tinha muito medo. Muito. Um medo que me fazia me agarrar a existência de algo divino que me garantiria um após. Mas então enxeguei a maravilha que é o presente. A beleza que é o sorriso hoje do meu fiho. A delícia de um bife mal passado. O conforto no coração por fazer o bem a alguém. Que eu me dei conta que não precisava de nada pra me garantiria o após. Pois nada é maior que o hoje e suas possibilidades infindas. Nesse momento eu parei de temer a morte, assim como os cães, que simplesmente escolhem um bom lugar pra descansar(http://salpage.blogspot.com.br/2012/02/tres-latoes-de-skol-e-morte-serena-do.html) Beijão querida!

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    1. Fico mais aliviada por perceber que não sou a única, Diego... mas, percebi que vc já não é mais como sou hoje! hahah... confesso que achei lindo seu relato e a forma como vc lidou com isso! Eu tbem dou bastante valou ao viver no presente, aproveitar cada momento, mas nunca tinha parado para pensá-lo como um aliado contra meu medo da morte. Adorei ler vc... valeu demais por compartilhar!

      bjks

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  21. Eu nem sei por onde começo... Tive a sensação de ter ido embora desse plano tbm num acidente que rendeu vitima fatal mas tive mais uma chance pra aproveitar a vida de maneira que me cabe. Seu texto me sensibilizou por ter me identificado demais com td, eu tenho muitos medos e um deles é da morte mas aquela que precede sofrimento e, infelizmente ela aconteceu por duas vzs essa semana por mais que ja tenha noção do que ela causa eu ainda não sei lidar com isso.
    Bjo passa la tbm ;)

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    1. Oi anjo,

      Acho que por mais que a gente tente, nunca conseguimos lidar com tudo o que a morte nos tráz, né!? Ela é aquela que sabemos que virá, mas nunca estamos preparados para recebê-la.

      Muito obrigada por compartilhar seus pensamentos e sua vivência.

      bjks

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  22. Caramba... porque tá todo mundo falando sobre o medo? :D

    Joicy, meu jeito de encarar a morte também mudou quando meu filho nasceu, exatamente da mesma forma que você descreveu.

    Sinceramente, não tenho medo da minha morte. Não acredito em vida espiritual, então acabou, acabou (espero estar errado), não vou sentir mais nada. MAS tenho medo de como será quando algumas pessoas que amo morrerem, como tocarei a vida depois disso.

    Tem uma música dos Beatles que é sensacional (aliás... todas são :D), que fala sobre esse tema:
    "Within you and Without you"

    Abraço.

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    1. Fábio, acho que o tal medo mete medo na galera, por isso ainda é muito debatida! rs

      Como eu falei, meu medo da morte não está relacionado à questões espirituais. Não tenho o medo do que possa vir depois(se é que tem algo depois). Meu medo é de deixar para lá tudo o que tenho no presente. É tipo, viver é tão bom, pq morrer? Entende? rsrsrs

      Sobre seu medo de perder quem vc ama, é um medo que atinge todas(ou grande parte) as pessoas. eu tbem tenho!

      Abração

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  23. O professor Richar Dawkins, em “O gene egoísta” [‘ bonzinho’ todo da cabeça], portanto, de razoável agir e raciocinar nos diz que “é fácil mostrar que parentes próximos – da família – têm uma probabilidade maior do que a média de compartilharem genes. Desde há muito tem estado claro que esta deve ser a razão para o altruísmo dos pais em relação a seus filhos serem tão comum [...] o mesmo se aplica a outros parentes próximos – irmãos e irmãs, sobrinhos e sobrinhas, primos próximos. Se um indivíduo morre a fim de salvar dez parentes próximos, uma cópia do gene para altruísmo de parentesco poderá se perder, mas um número maior de cópias do mesmo gene será salvo” (DAWKINS, 2001, p. 115). Ainda fala que “os indivíduos não são estáveis, são passageiros” (DAWKINS, 2001, p. 57).

    Decorre daí que [ olha que fantástico salto me permito agora ] em Toy Story (1995) o ‘ser estelar’ Buzz Lightyear teve de ouvir uma verdade do Sherife Woody: “Buzz Lightyear você é apenas um brinquedo”!

    O(a) leitor(a) deste blog poderá se perguntar… “sim, e dái?? O que tem isso a ver com a minha amiga, Joicy???” rsrsrsrsrs - O que isso tem a ver com a minha postagem perguntaria eu???

    Mas é bom que se diga que só há uma e única Vida e que a mesma se encerra tão somente quando da perda total de seus ÚNICOS cinco (do numeral 5) sentidos. Assim sendo pode-se afirmar que é natural (da Natureza) do instinto do animal Homo sapiens (dentre outras espécies) o sentir medo de NÃO mais possuir da forma cem por cento seus cinco sentidos e… morrer.

    PS.:
    - Sim??? e o tal brinquedo da historinha??? Ah sim, em vista do caos do universo e considerando a importância da Vida única de cada indivíduo {porque SEMPRE insisto nisso de ÚNICA??? rsrsrs} sugiro sempre diversão, brincadeiras, ludicidade e nada de tentar conquistar as… estrelas ou mesmo, por assim dizer, aguardar a… sobre-vida [ os que tem olhos leiam ]!!!

    Visita meu blog antes que eu deleto os poucos textos que postei lá !!!


    Seu amigo, Custódio

    “Todo poder ao Indivíduo”

    Postado em 25 de março da Era Vulgar

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    1. Custódio, seu custoso!!!! Li como se estivesse lhe escutando... até consegui ouvir o som de sua voz, as pausas necessárias e que já fazem parte de seu jeito de falar! hahahahahah

      Então, vamos aproveitar essa única vida que temos, com suas diverções, brincadeiras e ludicidades. Ou seja, carpe diem! rs... vc me faz raciocinar a mil por hora, amigo querido!!! Saudades de vc...

      Vou lááááááááá em seu blog. Me espere...

      bjksssssss

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  24. Ola Joicy!
    tudo bem?

    MORTE!uma palavra de dar medo,principalmente para mim, eu tenho muito medo de perder as pessoas que amo,geralmente nem tento imaginar isso, mas é inevitável, é doloroso ter que pensar que talvez por uma situação banal,como atravessar uma rua,dirigir,possamos perder as pessoas mais importantes de nossas vidas.
    Mas creio que se ficarmos matutando que podemos morrer a qualquer momento por qualquer coisa, não vamos viver bem e é isso que importa. Viver com prazer!
    Parabéns pelo excelente post!
    Abraço e ate mais!

    Jeferson Barbosa

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    1. É, acho que somos unânimes em dizer que devemos viverrrrrrrrr e viverrrrr!!! Quem sabe, eu comece a refletir esse medo da morte e tente pensar de outra forma.

      Valeu, querido!

      bjks

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  25. Olá querida!

    Gostei pacas da sua postagem, digamos um tanto fúnebre. rsrsrs

    Pois bem, muito interessante sobre o modo de pensar que aprendeu com seu amigo. Eu não vejo alguma forma de egoísmo considerarmos nossa pessoa fundamental ao mundo, à este universo, enfim, digo que devemos nos valorizar tanto quanto o mundo ao qual pertencemos, logo este universo de coisas é tão importante quanto nós mesmos. Em suma, ao contrário do que uma questão de ego, vejo na autovalorização um ato sublime de respeito à vida não só nossa, mas também como a de todos nós.

    Particularmente, eu não sou pai. Portanto, não posso dizer que me sinto do mesmo jeito que você em relação a morte, tendo-se em vista que ela me custaria deixa-lo(a), e você como mãe que é, provavelmente sente uma sensação diferenciada. Porém posso imaginar o que seria perder, o ter de deixar alguém que amamos com todas as forças, seria infinitamente triste mesmo.

    Este foi o meu comentário para este maravilhoso blog.

    Um beijo querida!

    Anselmo

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    1. Sabe que gostei muito da forma como vc colocou? Tipo, acho que o que o meu amigo quis dizer se aproximou do que vc disse mesmo. Porém, ele falou em forma egocêntrioca mesmo. No sentido, vc está aqui, viva enquanto é tempo! Depois? Bom, depois será tarde demais! rs... é bem a cara do Custódio. hahahahahaah adoro!

      Sobre a questão de ser mãe, é bem isso tbem. No sentido de imaginar como seria se eu me fosse por agora, sem poder mais estar com meu filho. Nem gosto muito de pensar...

      Muiiiiiito obrigada por vir aqui...

      bjks

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  26. Joicy!!!!
    Olha faz muito bem em tocar nesse assunto.
    Tem vezes que eu sempre páro e penso na morte. Hoje em dia, embora não tenha tido uma razão suficiente para tal (como vc tendo seu filho e sofrido um acidente) eu descobri que ainda quero conhecer e fazer muitas coisas, que amo viver e ter experiências, compartilhar experiências e falar com pessoas. Assim tenho muito medo de morrer sem antes ter realizado o que eu quero.
    Agora acho que muita gente se apega ao conceito de reencarnação e vida após a morte alegando assim que não tem medo de morrer quando na verdade são eles que mais tem medo de morrer. E a certeza de que após a morte nada mais existe é tão desesperadora para eles que forçam-se a acreditar que após a morte continuarão vivendo.
    Vc notou que o vampiro Lestat tem momentos que fala sobre seu pavor da morte?
    Menina, vi que cancelaram o orkontro da blogosfera! Bom eu não ia poder ir mesmo então pra mim...isso pelo menos fará com que no próximo orkontro eu programe e possa ir. Quem sabe vc também não possa e a gente se encontraria por lá? Falando nisso...e sobre o Anime Friends?
    Seu blog é muito popular acho isso super legal! Ai até entendo quando vc tá na correria ou que esqueceu de passar no meu blog pra comentar...já aconteceu isso comigo também..eu fico tão sem graça...
    É, nós mulheres temos pressão de tudo quanto é lado..e é um tipo de coisa que a gente não deveria dar ouvidos mas memso assim damos. Tenso isso.
    Olha eu e minha mãe nos damos super bem..somos muito unidas até embora briguemos ás vezes também. Mas assim quando preciso de ajuda, ela ajuda, dá conselho...e se ela precisa de ajuda eu também tento ajudar. E sim, minha relação com o meu pai é igual. A gente se dá super bem...na real puxei muito o jeit odele. Menina1 Ele ADORA passear na 25 de março e Santa Ifigênia..tá smepre zanzando lá com o irmão dele.
    Opa venha pra SP pra conhecer todos essesl ugares..e claro para o AF! /o/
    Pra vc ver...meu amigo foi convertido pela igreja, largou todo o rolê, o som e até as amizades. Eu tentei manter a amizade mas sempre que convida ele pra passear ele falava que não podia pq ia pra igreja..chegou num ponto que não dava mais. Agora ele tá até casado já. Tenho ódio de igrejas evangélicas por conta disso. Levaram embora meu melhor amigo!
    Então..eu tenho alguns amigos homens e tipo, não rola nada. Todo mundo percebe isso só namorado que enche o saco. É aquilo..não entende. Taenho um super amigo que a gente conversa sobre tudo, gosta de várias coisas em comum e não rola nada...sabemos e sentimos que somos apenas amigos.
    bjs

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    1. Tsunâmica,
      Assunto delicado, porem importante de ser debatido, a morte, ne!? Meu medo dessa danada, além de estar relacionada ao fato de meu filho ser pequeno, tem tbem a ver com o fato de que VIVER É BOM DEMAIS… quero ir-me dessa vida tão cedo não! Rsrsrsrssrsrs… lhe entendo perfeitamente, pois há tanto para fazermos.
      Sua ótica sobre a crença de alguns em relação à reencarnação é bastante interessante. Uma espécie de crer numa continuidade para ter no que se apegar.
      Ei, quando sera o Anime Friends??????? Bom, já fui em seu blog pra falar somente desse assunto. Vamos nos comunicando. Sim, eu quero ir. Espero que nada dê errado!!!! Como vc já respondeu, a data ainda não saiu. Estou torcendo para qu saia logo, pois eu não conseguirei viajar se não for na promoção! :/
      Meu blog é popular!?? O SEU blog É popular!!!! Poxa, mas, olhando pela sua ótica, aqui é badalado. Muita gente querida vem aqui… o melhor é que o papo rola solto, assim como acontece no seu. Acho que isso se dá pq a gente gosta de conversar! Hahahah
      Essa questão de amizades que se vão por conta de religião é tão triste. Eu acho! Sem querer desmerecer a crença de ninguém. Mas, enfim, cadum com seu cadum. Porém, repito, acho uma bobagem!
      Torça para que eu consiga uma proooomo para ir ao AF!
      bjks

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  27. Olá =) Tudo bom?
    Amei seu comentário de um mês atrás no meu blog.. rsrs, não retribuir a visita antes porque estou muito sem tempo, mas aqui estou (:
    E gostei muito do teu texto.. e acho que todos um dia acabam refletindo sobre isso né?! A idade vai avançando.. e o cilo natural como você disse, vai chegando e deve dar um friozinho na barriga! Eu ainda estou igual à você no ínicio do texto, jovem demais pra achar que morrerei rsrsrs..
    mas por mais que a velhice seja uma idade da "morte" eu admiro tanto né?! É a idade das pessoas mais sábias que existem.....
    e que tenso seu acidente "/

    Seguindo o seu blog, e espero você de novo por lá (:
    Beijos

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    1. Leticia, muito obrigada por vir aqui... mesmo tendo sido depois de um mes! rsrsrsr... o que vale é que vc veio. heheh


      bjks

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  28. Joicy, repassei um meme pra vc lá no meu blog! Depois dá um pulinho lá!
    rs!
    ;)
    Bom fim de domingo!
    http://letrasnodiva.blogspot.com.br

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  29. Olá Jó!

    Menina eu tenho uma bobeira de achar que vou morrer cedo tipo cinquenta e poucos anos, hahahahahahha. Quando falo isso a Andréia quese me bate aqui.

    Seu texto é muito bom e dá pra divagar um tempãi sobre o assunto. Mas não se ligue nisso não...

    Sabe qual é a frase que eu quero ouvir dos outros no meu velório?
    ...
    ...
    ...
    ...
    ...
    ...
    ...
    ...
    ...
    ...
    - Olha lá ele está mexendo, chama o médico, chama o médico!

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    1. Ce tá louco, brodhhiiiii!!!... cinquenta e poucos é muito novo! A andreia que tá certa por brigar... aliás, vc vai mudar o ponto de vista, agora que Samuquinha nasceu! Vai ver!!!! Foi assim comigo... quando Tavinho nasceu, mudeiiiiiii demais!

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... eu ri do seu "olha, ele está se mexendo, chama o mééédico"!!! kkkkkkkkkk

      bjkss pra vcs tres!

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  30. Oi, amiga Joicy!
    Já passei por essas fases que relatou.
    Realmente parece que os filhos nos dão mais vida, por isso nos tornamos temerosos em perdê-la.
    No entanto, creio que viver pensando na morte é morrer um pouco por dia.
    Gosto de pensar sempre em viver, mas também estou sempre me alertando da minha finitude. Creio que tanatofobia (medo da morte) é como a acrofobia (medo de altura): se olharmos para baixo, cairemos; se pensarmos muito na morte, podemos morrer mais rapidamente.
    Viver é muito bom. Muitos querem ir para o Céu, mas não querem morrer.
    "Vale a pena viver - nem que seja para dizer que não vale a pena..."
    (Mário Quintana)

    Sua crônica tem grande sabedoria!

    Abraços do novo amigo!

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  31. Acho q tds temos medo de morrer antes de nos sentirmos plenamente realizados, mas como a vida prega pessas provavelmente morreremos antes de tal façanha.

    Bjão Joicyta e desculpe pelo sumiço mas é q as coisas na facul tão bem feias.

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    1. Que possamos concluir o máximo de projetos... apesar que como seres humanos, seremos naturalmente insatisfeitos!

      bjksssss

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  32. Joicy, eu falo, com sinceridade, que não tenho medo de morrer.
    Não sou tão confiante em achar que o mundo ficaria pior sem mim, ahah.
    No entanto, eu tenho medo de "como" vou morrer, entende? Gostaria de uma morte tranquila, o ideal seria morrer dormindo, sem sentir dor. Morro de medo de uma morte trágica, dolorosa.
    Mas meu pior medo mesmo é perder pessoas que estimo, já tive esta experiência e atrevo-me a dizer que ela é meio que um pouco da morte em vida.

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    1. Chris, sinto inveja de sua ausencia de medo!
      Eu não quis dizer que o mundo ficaria pior sem mim... quis dizer que não consigo imaginar esse mundo sem mim. No sentido do universo ser eu. No sentido de que eu sou egoísta suficiente de não conseguir aceitar isso! hahahahahaahahah

      Poxa, todo mundo quer uma morte assim, sem dor! Vamos torcer para que seja daqui muiiiitos anos... no meu caso, daqui 66! hahahhahah

      Perder quem eu amo é outro medo que tenho! Nem gosto de pensar...

      bjks

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  33. Oi Joicy!
    Essa tal da morte é tensa mesmo, mesmo pensando que sim, nunca estamos prontos para ela, ela vem e nos despedaça de uma maneira incrível. Recentemente, eu tive a minha experiência com ela, irei detalhar melhor em um post. Só sei que dá um vazio imenso e que não há como ser preenchido.

    Bjuss

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    1. Eita, experiencia com a morte? Curiosa aqui! :o

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  34. Você resumiu exatamente o que eu sinto em relação a essa danada!
    Também me pego pensando que o será do mundo sem mim. Puxa, tenho muitas ideias para colocar em prática, meu universo não pode simplesmente acabar desse jeito...
    Tenso né?
    Tem dia que eu fico tão doida pensando nessas coisas que preciso imediatamente procurar uma distração para não surtar.
    Nunca tive coragem de compartilhar isso com ninguém. Obrigada por me mostrado que eu não sou a única que não quer abandonar a vida!
    :)
    Beijos

    http://giselecarmona.blogspot.com.br/

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    1. Acho que uma das coisas que nos batem o medão é pensar que não conseguiremos concluir o que almejamos, né!? Então o jeito é correr atrás para realizarmos!

      Saudades de vc...

      bjksssss

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  35. Boa tarde, Joicy.
    Acho que é verdadeira a frase que diz que só existem duas coisas certas na vida: morte e impostos.
    Somos obrigados (conscientemente ou não) a lidar com a morte todos os dias, seja na tv, internet ou na vida real, mesmo.
    Não há vida sem morte e não há morte sem vida.
    É claro que tenho medo de morrer como quase todo mundo e gostaria de morrer bem velhinho também, mas como vemos todos os dias, pessoas morrem das formas mais absurdas e sem noção possíveis todos os dias.
    Então, se acontecer conosco, nada há de se fazer.
    E é verdade que a morte em vida é muito mais assustadora do que a morte real.
    Abraço,Joicy.

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    1. Os impostos tem assustado tanto quanto a morte, fiiiiii!!! rsrsrs... mas, brincadeiras a parte, mesmo lidando diariamente com a morte ainda não sabemos como "lidar" com essa danada! Falar dela, então? Ainda é um tabu danado!

      Que possamos viver, então... viver sem nos preocuparmos!

      Adoro seus comentários!!

      bjks

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  36. Joicy, um beijo no seu coração! Sobre a morte, absolutamente não tenho medo dela. Tenho uma visão diferente de como a maioria enxerga a morte, mas sobre isso não vou falar, pois creio não vem ao caso. Contudo, a separação que chamamos de morte causa, é uma dor quase impossível de não ser sentida. Por sinal, como toda separação, nesse caso também, as lagrimas são inevitáveis. Um grande abraço.

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  37. Oi Joicy

    "Morrer que me importa? O diabo é deixar de viver" Também tenho medo da morte.
    Aquela que se vai morrendo aos poucos num leito de hospital.Penso também como você que só gostaria de morrer depois que a minha filha realizasse todos os sonhos.
    Se dependesse de mim...de nós, tomara.Mas não é assim, não é? Qualquer forma de morte vai doer.

    Uma linda semana e vamos viver a vida.
    Beijos.

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    1. Esse medo é compartilhado por mim, tbem, Elisa! Sofrer é pior ainda. Que possamos durar mais e fortes...

      bjks

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  38. Olá :)
    Po,tenho medo de morrer...em partes
    Sei lá se eu morresse hoje sei lá,foi porque tinha que acontecer e talz...mas po e se eu morrer sem encontrar o amor da minha vida? Se eu morrer sem ver meu Corinthians ser campeão da libertadores? kkkkkkk

    Tenso...

    Beijos e cuide-se

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... tá, Sandro... vamos mudar de assunto então, pra vc não ficar deprimido! Pô, tá muito novo. Ainda tem muito o que aproveitar! hahaha

      bjksssss

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  39. Joicitaaa, me identifiquei demais com o desabafo! Tbm morro de MEDO da morte, aliás nem gosto de falar esse nome, tenho uma crença de que somos um ímã que atraímos tudo que falamos... enfim..rs
    não vejo um mundo sem minha mãe, já perdi meu irmão... e até hoje não sei como sobrevivo. Pq a morte é algo assim, enquanto não acontece com as pessoas próximas da gente, a gente acha que só acontece com os outros...
    Adorei a frase do seu amigo "no momento em que você morrer, é como se o universo estivesse acabado também, pois você é seu universo". PERFEITO!
    Boa semana, moça!
    http://www.atelierdepalavras.com.br/

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    1. Ah, temos isso em comum! Acho que perder quem amamos deve ser muito doloroso. Só posso conseguir imaginar sua dor. Acho que a dor, com o tempo, é substituida pela tal saudade, né!? Outra danada... confesso, tenho medo mesmo!

      bjks

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  40. Haha, não importa os tombos, vai continuar andando normalmente, ainda mais se depender dela né. Meu vizinho já sofreu uns 3 acidentes, mas como depende da moto no trabalho, continua firme e forte. Eu sofri um acidente de carro quando tinha 18 anos, mas não importa qualquer dia desses alguém me arrasta para uma autoescola rs.
    Pretendo ir ao Roça n Roll sim. Conheço bastante gente em Minas e a galera sempre vai, é sempre uma maneira de reencontrar o povo, além dos shows é claro.

    Não ter idade certa é tenso rs. Minha mãe sempre me diz que reclamo de parecer mais novo hoje, mas quando tiver 40 e aparentar 30 não estarei mais me queixando rs. Não desistirei de tentar entender as mulheres, pois não se pode desistir de algo que nunca tentou rsrs.

    É sempre incomodo falar sobre isso né. Infelizmente, a morte de pessoas próximas não se fez muito rara em minha vida, com a morte de meu pai aos 7 anos, a tia com quem eu e minha mãe morávamos uns 5 anos depois e minha namorada aos 18. E acho que isso me fez não ter medo da minha morte, mas sim da morte de pessoas da minha família como minha mãe e irmãs. Claro que não quero morrer sem antes realizar meus ambiciosos sonhos hehe, e com toda a violência do mundo e essa sociedade do medo em que vivemos, a preocupação com segurança é cada vez maior.

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    1. kkkkkkkkkkkkkk… é verdade! Não importa… o ditado já diz que a necessidade faz o sapo pular. Acho que por isso nunca desisti de andar de moto. Mas, sei que muita gente tem tanto pavor que jamais conseguiu pegar novamente. Tenho uma amiga que tem carteira de motorista, mas nunca mais pegou o carro, depois que bateu. Cada um reage de um jeito, né!?

      Inveja de vc, no roça n roll… falando em inveja, já tá chegando o Moa, né!? Vc vai mesmo ver o Blind em samba?

      Meu querido, toda mulher gostaria de ter essa sorte que vc tem, de não ter idade! hahahaha… vcs homens são muito engraçados! hahaha.,.. ou nós que somos complicadas? kkkkkkk … ah, sim eu falei para vc não tentar compreender-nos. Mas, a questão e q vcs não nos ouvem e continuam tentando! Meu marido tenta até hj… ainda bem que ele não desistiu tbem! hahahah

      Só posso dizer que fiquei sem palavras quando vc relatou suas experiências com a tal morte. Nem sei o que dizer. Acho que a gente fica assim, né? Isso me lembrou a questão do luto(acho que falamos disso, na postagem sobre meu amigo) Vejo que o problema das pessoas é tentar confortar com palavras, quando alguém perde uma pessoa querida, sem perceber que a palavra vale de nada, muitas vezes. Aliás, o silêncio é mais que bem vindo. Mas, nós humanos temos essa mania mesmo. Sobre a questão de realizar os sonhos antes de morrer, acho que é geral! Tbem quero… mas, nunca estamos conformados, né!? Sempre queremos mais…

      bjks

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  41. Estou esperando sua próxima postagem. Um beijão moderadora querida !

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  42. Olá, tudo bem? Eu não tenho medo de morrer. Tenho medo de perder quem é importante em minha vida.

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  43. Eu tenho medo da morte.
    Mas, como muitos aqui falaram, tenho mais medo ainda de perder as pessoas que eu tanto amo, como meus filhos. Esse assunto ainda é delicado e importante ser discutido. gostei! abraços

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    1. Esse medo é o maior de todosssssssss!!! Sim, falar de morte ainda é um tabu... obrigada, Ana lucia.

      abç

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  44. Morro de medo da morte, não de morrer por que sei que qualquer dia e qualquer hora vamos morrer, mas tenho medo de deixar as pessoas que eu amo! beijos

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    1. Como eu falei acima... é um medo que todos temos, de perder quem amamos. Estou lhe devendo uma visita, Simone. Minha vida está um turbilhão, mas hoje ainda aparecerei lá! bjks

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  45. Joicy1!
    To passando aki rapidim porque acabei de ver seu comment. Fico no aguardo do resto do seu comentario com nossos papos.]
    Seguinte, a data do AF ainda não saiu, mas creio que logo aparece (esse é o site: www.animefriends.com.br) mas ainda não tem informação, o jeito é ficar atento.
    Normalmente ocorre logo depois do dia 10. O evento costuma pegar sexta/sábado e domingo de uma semana...e depois sexta,sábado e domingo da semana seguinte. Eu sempre vou no último domingo porque é o dia mais lotado e que tem final de concursos de cosplay. Eu sempre recomendo o último dia!
    Assim que souber mais informações te aviso. Mas creio que dá pra programar e comprar passagens assim que a data do evento surgir.
    bjs

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    1. Tsu, respondi lá no outro coment... já passei no empadinha, com o comentarião. bjks

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  46. Caramba, sabe que eu nunca pensei nisso. Parei pra refletir agora, antes de comentar e acho que tenho mais medo de perder alguém do que de morrer. É como se o sofrimento fosse maior... Mas agora analizando, seja lá pra onde eu for vou sentir falta dos que ficaram tb então tanto faz!
    A separação que mete medo... Texto excelente.

    Bjos

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    1. Vc escreveu uma frase que faz todo sentido... a separação que mete mesmoooooo medo!!!!

      Obrigada, querida...

      bjks

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  47. não penso na morte!
    penso que tosdos os dias tenho acordado, que já passei por situações complicadas que podiam ser o meu fim, que continuo a amar todos os que fazem parte de mim, que sou amado pelos mesmos, que todos os dias digo para mim que ainda tenho muito que aprender e, no entretanto já tenho a idade que tenho.
    não penso na morte mas sim, na tristeza dos que ficam quando eu partir, dos que me amam de verdade. não lhes farei falta, mas serei uma perca para eles.
    não penso na morte!
    gostava que ela quando acontecer não seja sofrendo, mas não passa de um gostava... porque não mando nela.

    não penso na morte!
    é tempo que desperdiço para pensar em mim e naqueles que amo.




    a...té

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  48. "A vida é insuportável, mas a morte não é nada agradável"(Provérbio russo).Vivo falando, na blogosfera à fora, que, por incrível que pareça, a morte seria a solução mais viável para mim, devido a situação delicada pela qual estou passando. No entanto, ainda tem instinto de vida. Estranho, mas o nada me assusta. Tenho só um pouco de medo de morrer. Já não sou jovem, mas não gostaria de me tornar um ancião.

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  49. Identifiquei muito com o texto, me sinto da mesma forma. Gostei do que ressaltou, onde fala que o importante é viver cada minuto como se fosse o último. Pra mim, não há frase mais sábia e justa.

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