3 de mar de 2013

Vivendo de sombras...

Olá, queridos blogosféricos!!

Participei de um curso de formação, durante a semana que se passou e uma das leituras que nos foi apresentada foi uma história em quadrinhos do Maurício de Sousa. Eu já havia visto a HQ em questão(que vocês poderão ler ao final desta postagem). Ao rever, achei que seria interessante compartilhar com vocês.

A sequência de tirinhas que segue abaixo, "As sombras da vida", foi uma pequena 'brincadeirinha' (muito bem sacada, por sinal!) do querido Maurício de Sousa, inspirada em uma das passagens mais clássicas da história da filosofia, a Alegoria da Caverna, de Platão (também conhecida como "Mito da caverna". Quem não conhece, eu recomendo que leia. É muito interessante! Aliás, acho fundamental que todos tenham acesso a leitura desse texto. Andei "cavucando" pelo papai "gúgol" e encontrei um site com o texto na íntegra: aqui).

No entanto, o mais interessante foi que lembrei de ter visto essa tirinha quando estava lendo, já há algum tempo, um texto da Marilena Chaui(de quem sou admiradora!). 

Diante disso, vou disponibilizar primeiramente o texto Mito da Caverna por Marilena Chaui e logo abaixo a HQ "As sombras da vida".
Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um alto muro. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa um fino feixe de luz exterior, deixando a caverna na obscuridade quase completa. Desde o nascimento, geração após geração, seres humanos encontram-se ali, de costas para a entrada, acorrentados sem poder mover a cabeça nem locomover-se, forçados a olhar apenas a parede do fundo, vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior nem a luz do Sol, sem jamais ter efetivamente visto uns aos outros nem a si mesmos, mas apenas sombras dos outros e de si mesmos porque estão no escuro e imobilizados. Abaixo do muro, do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio e faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam pro­jetadas como sombras nas paredes do fundo da caver­na. Do lado de fora, pessoas passam conversando e car­regando nos ombros figuras ou imagens de homens, mulheres e animais cujas sombras também são projeta­das na parede da caverna, como num teatro de fanto­ches. Os prisioneiros julgam que as sombras de coisas e pessoas, os sons de suas falas e as imagens que trans­portam nos ombros são as próprias coisas externas, e que os artefatos projetados são seres vivos que se movem e falam.Os prisioneiros se comunicam, dando nome às coisas que julgam ver (sem vê-Ias realmente, pois estão na obs­curidade) e imaginam que o que escutam, e que não sabem que são sons vindos de fora, são as vozes das pró­prias sombras e não dos homens cujas imagens estão projetadas na parede; também imaginam que os sons produzidos pelos artefatos que esses homens carregam nos ombros são vozes de seres reais.Qual é, pois. a situação dessas pessoas aprisionadas? Tomam sombras por realidade, tanto as sombras das coi­sas e dos homens exteriores como as sombras dos artefa­tos fabricados por eles. Essa confusão, porém, não tem co­mo causa a natureza dos prisioneiros e sim as condições adversas em que se encontram. Que aconteceria se fossem libertados dessa condição de miséria?Um dos prisioneiros, inconformado com a condição em que se encontra, decide abandoná-Ia. Fabrica um instru­mento com o qual quebra os grilhões. De início, move a ca­beça, depois o corpo todo; a seguir, avança na direção do muro e o escala. Enfrentando os obstáculos de um cami­nho íngreme e difícil, sai da caverna. No primeiro instante, fica totalmente cego pela luminosidade do Sol, com a qual seus olhos não estão acostumados. Enche-se de dor por causa dos movimentos que seu corpo realiza pela primei­ra vez e pelo ofuscamento de seus olhos sob a luz externa, muito mais forte do que o fraco brilho do fogo que havia no interior da caverna. Sente-se dividido entre a incredulidade e o deslumbramento. Incredulidade porque será obri­gado a decidir onde encontra a realidade: no que ago­ra ou nas sombras em que sempre viveu. Deslumbramento (literalmente: ferido pela luz) porque seus olhos não con­seguem ver com nitidez as coisas iluminadas. Seu primei­ro impulso é o de retornar à caverna para livrar-se da dor e do espanto, atraído pela escuridão, que lhe parece mais acolhedora. Além disso, precisa aprender a ver e esse aprendizado é doloroso, fazendo-o desejar a caverna on­de tudo lhe é familiar e conhecido.Sentindo-se sem disposição para regressar à caverna por causa da rudeza do caminho, o prisioneiro permanece no exterior. Aos poucos, habitua-se à luz e começa a ver o mundo. Encanta-se, tem a felicidade de finalmente ver as próprias coisas, descobrindo que estivera prisioneiro a vi­da toda e que em sua prisão vira apenas sombras. Dora­vante, desejará ficar longe da caverna para sempre e luta­rá com todas as suas forças para jamais regressar a ela. No entanto, não pode evitar lastimar a sorte dos outros prisioneiros e, por fim, toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e con­vencê-los a se libertarem também.Que lhe acontece nesse retorno? Os demais prisioneiros zombam dele, não acreditando em suas palavras e, se não conseguem silenciá-lo com suas caçoadas, tentam faze-lo espancando-o. Se mesmo assim ele teima em afirmar o que viu e os convida a sair da caverna, certamente aca­bam por matá-lo. Mas, quem sabe alguns podem ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidir sair da caverna rumo à realidade. O que é a caverna? O mundo de aparências em que vi­vemos. Que são as sombras projetadas no fundo? As coi­sas que percebemos. Que são os grilhões e as correntes? Nossos preconceitos e opiniões, nossa crença de que o que estamos percebendo é a realidade. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz do Sol? A luz da verdade. O quê é o mundo iluminado pelo sol da verdade? A realidade. Qual o instrumento que liberta o prisioneiro rebelde e com o qual ele deseja libertar os ou­tros prisioneiros? A Filosofia. 

Marilena Chaui – Convite a Filosofia
Texto retirado do site Cultura Religare







 
 
As tirinhas foram tiradas do site http://www.monica.com.br
Espero que tenham gostado.
Beijinhos e abraços...
Câmbio, desligo!

31 comentários:

  1. Joicy, essa HQ do Maurício de Souza é clássica, eu já conhecia há tempos - desde a adolescência (ou até um pouco antes disso) e lembro de ficar encantado com a abordagem. Curiosamente, lá no cantinho do primeiro quadro, tem realmente um agradecimento ao "colega Platão" e eu, sem conhecer muito das coisas, pensei que a) Platão era um desenhista b) Platão era o soldado colega do Recruta Zero no quartel Swampy! :D

    Não demorou muito tempo para que eu tivesse acesso a Platão ( deste vez o filósofo) e a alegoria da caverna, que é realmente sensacional. Como somos professores 24 horas por dia, eu penso que esta lição do grego deveria ser de conhecimento de todos os alunos em nossas escolas. E basta colocar "Mito da Caverna" no youtube que tem muita coisa interessante. Causa no mínimo uma reflexão: quantos preferem continuar nas sombras mesmo hoje com todo o acesso à informação/conhecimento disponível atualmente? Por outro lado é quase inacreditável que tenhamos pessoas ainda vivendo nas sombras.

    Esta semana que passou reencontrei um ex-aluno (EJA) que anda fazendo suas artes plásticas por aí. Ele desenhava e me mostrava algumas coisas e então dei umas dicas - dentre as dicas, a perspectiva. O que ele me disse: "Lembra daquela casinha simples que o senhor me ensinou a fazer? Era simples, mas tinha perspectiva - e aquilo foi uma descoberta e tanto pra mim! E fui saber mais e agora tô aí, fazendo minhas telas". Ajudar alguém a ver o mundo sob outra perspectiva é prazeroso - e é por isso e só por isso que o magistério ainda resiste. ( porque se depender do sistema educacional burocrático, desmotivador, burro e gerenciado por tecnocratas e governos descompromissados, todos nos manteremos nas sombras)

    Bjks!

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  2. Conheci o texto de Platão na faculdade, e achei a sacada da história do Maurício de Sousa genial!
    O que é contemplar as sombras da vida, senão uma alienação, muitas vezes voluntária?

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  3. Presos aos grilhões e encantados pelas sombras sejam elas religiosas, virtuais e televisivas, muitos não contemplam a beleza da vida para chorar diante dela. "Efêmero é o pôr-do-sol, efêmera é a canção, efêmero é o abraço, efêmera é a casa construída pelo resto da vida...Ao contemplar a beleza do mundo real, a alma faz uma súplica de eternidade (Rubem Alves in Cantiga Triste)
    Parabéns pelo post Joicy! Mto reflexivo!
    Bjks

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  4. Oi, querida Joyce! As tirinhas do Maurício sempre, sempre mesmo, tem algum ensinamento... Ou trazem alguma referência história. É preciso ensinar as crianças desde cedo sobre os questionamentos da vida através da Metodologia correta.

    T.S. Frank
    www.cafequenteesherlock.blogspot.com

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  5. Olá, flor!
    Muitas pessoas ainda vivem alienadas da realidade preferindo discutir novelas, alimentar amizades virtuais, do que conviver sabiamente com a presença do outro na real.
    A filosofia está aí assim como a vida também.

    Bjoks

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  6. Joicy,querida,você caprichou! Pelo que lutamos ferrenhamente senão para libertas as pessoas das sombras em que se aprisionam? Como mostrar a elas que se existem diversos níveis apenas dentro de uma realidade,imagina então em um universo de realidades? E elas insistem em se prender àquela que nem elas mesmas conhecem mas que foram levadas a crer ser familiar? Luta árdua não? Maurício de Sousa é um artista fora de série por repassar tão grande mensagem em tão simples narrativa!

    Beijocas!

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  7. Sensacional a sacada da historinha! Além de apresentar o mito de forma a atrair os estudantes e ficar na memória de todos, ainda deixa uma reflezão para o fim.
    Beijos!

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  8. Texto que li anteriormente e realmente é muito bom ! Quanto às tirinhas, Maurício de Souza dá show de bola sempre!c Legal teu post! beijos,sempre bom te ver! chica

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  9. Joicy querida, a alegoria da caverna ilustra muita bem a condição na qual nós, como sociedade nos encontramos, ainda cultuamos as sombras como se elas fossem a realidade e como sombras podemos entender os dogmas religiosos, as metas que nos são impostas desde que nascemos e a alienação social, tão bem representada na tirinha do Maurício de Souza. Há sempre aquela ideia de que a vida que vivemos é a única possível simplesmente porque foi sempre assim e isso faz com que qualquer possibilidade de mudança nos assuste, a ponto que querermos voltar correndo para a nossa zona de conforto...

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  10. Olá
    Querida Joicy
    ah..essa realidade é intrínseca ao nosso ser pois vivemos em uma sociedade que determina padrões de comportamento, que nos dita regras e nos impõe determinadas atitudes, mesmo que nos façam mal.Para assegurar esse aspecto , de que não pode ser transgredido, muitas sociedades tendem a sacralizá-los, e combinado com , a aceitação total de nossa sombra automaticamente que nos faz aceitar a sombra das pessoas a nossa volta, ou seja, nos torna mais compassivos nos faz ter " aceitação tácita de evidências que nunca questionamos porque nos parecem naturais, óbvias"... e que o homem finalmente saia da caverna com seus próprios esforços..
    Gostei muito da postagem! Bem explicativo didático. Rever a tirinha do Mauricio de Souza foi encantador.
    Meu carinho
    Bom retorno
    Boa noitinha
    Boa semana
    Beijos

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  11. Querida Joicy
    E é mesmo assim que a gente se sente. Perdidos nas sombras, alienados à mercê desta sociedade que não quer enxergar a verdade .Tentamos resistir à luz porque nos ofuscam os olhos. Mas quando tomamos a coragem de desbravar os caminhos vamos descobrindo quão bela é a vida. E os estudantes necessitam de mestres como você que se empenha em mostrar a realidade tão bem ilustrada na história de Maurício de Souza e do texto de Marilena Chaui.

    Obrigada pelo comentário no meu blog. Bem oportuno porque tenho certeza que o seu filho vai se interessar pela escrita e poesia. O curioso é que a prática de haicai já está sendo estimulado aos alunos com a idade de seu filho. Eles são orientados a observar a natureza e descrevê-lo. Veja no google:
    " Caqui-Notícias.Haicai leva Prêmio Paula Freire" e "Espaço do haicai: A experiência pedagógica com o haicai"

    Tive a oportunidade de assistir uma palestra sobre haicais em que o palestrante dizia que essa prática ajuda a humanizar e reduzir o índice de violência entre os adolescentes porque os deixam estimulados a ver os seus haicais postados no mural da escola.

    Lindos dias para você.
    bjs

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  12. Sensacional! Cresci lendo A turma da Monica e aprendi muita coisa com essa revistinha! Filosofia foi uma delas!
    http://mardeletras2010.blogspot.com.br/2013/02/ha-o-amor-e-claro.html#comment-form

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  13. Olá Joicy
    O mito da caverna de platão é sensacional e até hoje de difícil compreensão. Me fez lembrar dos meus tempos de filosofia na Uerj. Sinto mta saudades daquelas aulas e principalmente de história da filosofia antiga, onde estudava o nosso amigo Paltão e Sócrates.
    gde abrsss
    Fernando
    http://fernu5083.blogspot.com.br/

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  14. Joicy e você ainda me pergunta se .
    E como tem gente assim, deixando a vida passar sem sair da concha, sem lutar por algo que valha a pena.
    Preciso passar para uma pessoa que gosto muito que está coo a "Carolina" do Chico Buarque...vou compartilhar no Face e ela com certeza verá...bjs
    (Ah eu já conhecia, mas adorei ver de novo, sempre vale muito a pena refletir e nos analisarmos, pois não?)

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  15. Joicy,

    Muito bom. Eu li um livro da Marilena em que há este mito de Platão, é o livro: "Da realidade sem mistérios aos mistérios do mundo".

    =)
    Marcos

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  16. As atualizações do teu blog não chegam à minha lista de leitura.

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  17. Olá, nobre Joicy!
    Maurício fez um trabalho muito inteligente e sábio.
    Ele fez uma parábola da alegoria de Platão para explicar nossa ignorância do princípio até hoje.
    Obrigado por compartilhar conosco essa sageza!
    Suas postagem sempre nos são profícuas.
    Fiz tudo para não parar, mas tive que dar um tempo nas postagens.
    Abraços do amigo de sempre.

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  18. Olá, nobre Joicy!
    Maurício fez um trabalho muito inteligente e sábio.
    Ele fez uma parábola da alegoria de Platão para explicar nossa ignorância do princípio até hoje.
    Obrigado por compartilhar conosco essa sageza!
    Suas postagem sempre nos são profícuas.
    Fiz tudo para não parar, mas tive que dar um tempo nas postagens.
    Abraços do amigo de sempre.

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  19. Joicy; um beijo no seu coração. O Maurício de Souza é um talento indiscutível nessa matéria. E brasileiro, pra nosso orgulho. Grato por sua passagem por lá no espaço que não é meu, é nosso. Me perdoe, pois não faço visitas frequentes a muitos blogs hoje. O que não posso deixar de fazer, mesmo sem o tempo de dedicação necessária a isso, é retribuir a gentilez e o carinho de uma visita. Muito obrigado! Sucesso para seu espaço cada vez mais.

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  20. Oi Joicy!
    Eu acho que já havia visto essa tirinha, e, caramba, ela é perfeita para os dias de hoje. A grande pena é que não é tão fácil tirar as pessoas de frente da TV quanto foi tirar da caverna. Espera, quem disse que foi fácil tirar da caverna? Talvez ainda precise de mais, mas acredito e tenho a esperança de que as pessoas ainda voltarão a contemplar a verdadeira vida.

    Beijos

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  21. Oi Joicynha,

    Tudo bem? Já conhecia o texto da Chauí, mas penso que sempre devemos refazer a re-leitura sobre essa questão. Fiquei pensando no BBB que relata bem a moral da estória da tirinha, pois as pessoas vão em busca de observar vida fora da vida que é uma casa com pessoas trancadas. Enfim, penso que o mundo em seu próprio processo de mudança faz um giro de 360 graus e volta a sua origem. Excelente a reflexão!

    Beijos.

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  22. Olá, Joicy.
    Excelente post; eu só fui conhecer o Mito da Caverna de Platão alguns anos atrás, através dos meus amigos (ao que parece, todo mundo estudou isso menos eu)
    Acho que é necessário sair da caverna para poder se aprender o Mito da Caverna, e isso deve ser feito todos os dias, em todos os temas de nosso cotidiano; jamais devemos nos acomodar e passar a achar que sabemos de tudo sobre determinado assunto, pois se isso ocorrer, nos tornaremos meros espectadores da vida, e não seres vivos.
    Abraço, Joyci.

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  23. Olá Joicy,

    Espetacular o texto da Marilena Chaui assim como as tirinhas do Maurício de Sousa. Uma filosofia que nos mostra o leque de perspectivas que perdemos ao optar pela zona de conforto. Uma reflexão e tanto.


    Obrigada pelo carinho dos cumprimentos por ocasião do meu níver.

    Feliz de vê-la de volta.

    Beijo.

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  24. Joicy!!
    Sua sumida! Como você está? Começou o ano na correria?
    No momento que deixo esse comment aqui, estamos conversando no face (nossa, que milagre nos encontrarmos por lá) e você comentou acerca dessa nova oportunidade de emprego...
    desejo toda a sorte! Vai dar tudo certo e valer á pena.
    Agora, quanto ao texto e tirinha que postou..excelente! Eu admiro Mauricio de Souza e seu grupo de roteiristas que conseguem escrever histórias reflexivas em meio á histórias mais simples.
    Até que enfim tu voltou á blogosfera..não pode sumir assim logo depois de termos nos conhecido pessoalmente (hey vc tem que voltar pra sampa..no ZW!). E vc viu minha novidade no blog? Cadernos Personalizados! \o/ Olha só: http://empadinhafrita.blogspot.com.br/2013/01/cadernos-personalizados.html você que é professora tem que encomendar um hohohoho.
    Bom que está de volta á ativa, assim podemos nos falar melhor!
    bjs

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  25. Joicy Leoa!
    Adorei a postagem! Sinceramente, não conhecia essa tirinha, achei o máximo. Trabalhei certa vez com um desenhista, um dos ex-desenhistas do Maurício de Souza, pois o Maurício faz uma espécie de molde e tem os desenhistas que finalizam, hoje em dia tudo por computador, claro, mas na época era tudo manual. Isso foi apenas uma curiosidade, como cheguei tarde não sei o que mais comentar que já não tenha sido dito, apenas que quantas vezes, eu ou qualquer um nos encavernamos, não?
    Beijos muitos!

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  26. Joicy,

    Reflexivo e lindo!
    E por favor, não sumaaaaaaaaaaaaaaa!

    beijos

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  27. Perfeito!!!! Nossa li tudo que indicou aqui no post e fiquei estasiada! Adorei a reflexão do post acima e a tirinha então ... Tem que ser do Mauricio de Souza! Sou fã dele!
    Obrigada pelo fantástico post!

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  28. Lendo sobre esse dia vejo tantos exemplos que indicam quem é a mulher num todo.Se não bastam esses exemplos para mostrar o quão forte é você como mulher,por favor ,aproveite esse dia ,olhe para si mesma e se veja,que a força faz parte da sua natureza,ela está ai bem dentro de você.
    V*I*V*A****A****M*U*L*H*E*R*******

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  29. Saudade e quando eu lia e relia os gibis da turma da Mônica. Abordagem perfeita, mas adorei mesmo a comparação com a tv. Li tanto sobre Platão no semestre de filosofia da facul que quase abominei. De pouco em pouco volto a apreciar filosofia, principalmente se estiver no seu cantinho aqui. Passeando de vez em quando, e passando pra deixar um abraço.

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  30. Olá amiga você que está sempre presente em meu cantinho, eu venho lhe agradecer de todo o coração, o carinho de sua presença. Que Deus a abençoe e guarde, hoje e sempre. Assim que poder voltarei. Tenha um lindo fim de semana coberta de muita paz e amor! Com carinho Maria Alice. Obrigadoooooooooooo!!!!!

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  31. Oi Joicy!

    Em filosofia tive contato com o Mito da Caverno, no entanto, admito que nunca tinha visto os quadrinhos. Gostei bastante tanto do quadrinho, quanto do texto.

    Beijo!

    ps.: Te indiquei para um meme/selo sobre leitura lá no blog. Espero que goste.

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