31 de jul de 2012

Mês de julho... mês dos presentes!

Imagem daqui
Olá, meus queridos e queridas… finalmente estou voltando.

As férias acabaram… aliás, a mamata acabou!!! Nada mais de ficar até altas horas da madrugada vendo filmes e muito menos dormindo até tarde, infelizmente! Afinal, alguém tem que trabalhar nessa casa. rsrs
Contudo, acho que foram os dias de descanso mais maravilhosos dos últimos anos!!! Estou revigorada e satisfeita com tantas coisas boas que aconteceram nesse mês de julho!
Bem, diante de tantas coisas maravilhosas que aconteceram comigo, algumas irei compartilhar por aqui. 

Como muitos já sabem, julho foi o mês de meu aniversário e para minha alegria ganhei muitos presentes maravilhosos, dentre eles minha tatuagem(quem não conhece minha nova tattoo, clique => link), outro super presente foi poder conhecer o Jim Carbonera(já falei aqui => link). 

Agora chegou a vez de falar sobre alguns presentes que eu recebi de dois amigos blogueiros super queridos.

Ganhei o livro A identidade(Milan Kundera), do maravilhoso José Bruno(blog Sublime Irrealidade).
Eu já havia me encantado por Kundera, com o livro A insustentável leveza do ser e receber esse super mimo me deixou imensamente feliz! Julho foi o mês do corre corre, mas pude colocar em dia minhas leituras e comecei exatamente HOJE a apreciar a leitura dele. Mais uma vez, obrigada J. Bruninho!!! :)

Arquivo pessoal.

Outro super presentão que eu ganhei foi o livro Cem anos de solidão(Gabriel García Márquez) da encantadora Luciana Santa Rita(do blog Navegando no cotidiano). Eu estava desejando essa obra há muito tempo. Já havia ouvido falar super bem dele, inúmeras vezes e todos que falaram deixaram claro que é uma leitura que exige muita atenção(alguns até me desejaram sorte na leitura... rs), minha grande amiga Karla Xavier(que foi a primeira pessoa a falar-me dele) disse que enquanto lia fazia anotações e acabou mergulhando imensamente nas páginas. Mas de todos os comentários que eu já havia ouvido e lido sobre essa obra do Garcia Marques, a do Jacques Bedhun foi a que mais me aguçou a vontade de lê-lo, pois ele classifica o livro da seguinte forma: "Muito louco. Ele tira o teu cérebro da cavidade craniana, o vira de ponta cabeça e o coloca de volta." (ele escreveu em uma postagem que li há alguns meses em seu blog, Relativa Seriedade... fui correndo lá para copiar a frase tal qual ele postou. Ainda bem que minha memória [quase]nunca me deixa à ver navios e consegui encontrar a postagem). Enfim, resumindo, fiquei suuuuuper satisfeita!!! Muito obrigada, novamente, Lu!

Arquivo pessoal.
Então é isso...

Me despeço com o desejo de que o segundo semestre de 2012 seja muito bom, para todos nós!!!

Beijinhos...
Câmbio, desligo!

26 de jul de 2012

Câmbio... desligo!!!

Como eu escrevi ao final da publicação anterior, estou de férias e aproveitando o tempo para resolver uns parangolés e correndo atrás de umas coisinhas por aqui(e com visitas em casa). Logo, se tudo der certo, terei novidades para contar! *-* Então, por este motivo estou um tanto ausente. Resolvi não atualizar o blog durante as últimas semanas e os próximos dias de minhas férias, pois, seria um tanto injusto não ter tempo para responder os comentários com a atenção que meus comentaristas merecem... (sacomé, né!?)
Não estou totalmente off, pois na medida do possível ainda vou visitando as atualizações dos blogs parceiros e vez ou outra ainda entro no RostoLivro.

Então é isso...
Beijinhos.
Câmbio, desligo!
Imagem daqui


Momento especial: Há alguns meses eu escrevi sobre saudade(link) aqui no Umas e outras. Uma postagem que teve grande número de comentários excelentes, onde falei de um grande amigo que perdi em novembro de 2009, Flávio Henrique. Porque estou falando sobre isso? Bem, no dia 28/07 ele completaria 37 anos de idade. Impossível não recordar e bater aquela danada saudade de novo.
 
FICA A DICA:
Faço um convite para que vcs visitem minha postagem lá no blog Antes que ordinárias, onde sou colaboradora. Clique aqui => Vamos "seriar"!?

16 de jul de 2012

Do virtual... para o real!

Postagenzinha breve para falar de um encontro que me deixou muito feliz! Sexta feira, 13/07, como muitos sabem foi dia do rock, bebês! E, apesar de rock fazer parte de minha vidinha em todos os momentos, esse dia em específico ficou marcado, pois foi o dia que pude conhecer pessoalmente o escritor super gente boa, Jim Carbonera.

Eu já estava aguardando esse encontro há vários meses, quando ele confirmou que estaria vindo por aqui durante o mês de julho. Finalmente o grande dia chegou e no dia do rock, sexta feira 13(que foi nem um pouco azarada!), tive a feliz oportunidade de poder trazer do virtual para o real essa parceria maravilhosa. 


Quando Jim me falou que viria para Goiânia, fiquei muito feliz! Tão ansiosa que dei um jeito de não estar viajando na época em que ele estivesse aqui. Afinal, ele estava vindo de Porto Alegre para Gyn e outra oportunidade como essa não apareceria tão cedo.

Então, quando a data estava se aproximando e fomos nos comunicando via redes sociais para combinarmos o encontro, por saber que ele curte rock, imediatamente eu pensei no bar excelente que temos aqui em GynHellCity, "Vai tomar no kuka bar"(que é o bar do querido Kuka... SIM! O nome do boteco é bem peculiar... rsrs). Por pouco nosso encontro não zicou, mas no final tudo deu certo.

Foi muito bacana, ainda mais porque há muitas afinidades entre nós. Jim é do jeito que eu esperava. Um cara autêntico, divertido, inteligente, queridíssimo... e sua amada Rebeca não fica atrás! Ela é um verdadeiro encanto, de tão apaixonante!!!
Foi um super encontro... Ricardo(marido), Joicy Sorcière, Jim Carbonera e lindona Rebeca.
O tempo foi curto para tantas coisas que queríamos conversar. Tantas figurinhas para trocar! Mas, certamente teremos outras oportunidades de nos vermos... assim espero e desejo! 

Quem não conhece o Jim Carbonera, fica a dica de onde encontrá-lo:

Site Oficial: JimCarbonera.com 
TumbIr: www.the-tramp-mind.tumblr.com

Beijinhos!!
 Câmbio, desligo... 

ATENÇÃO: Estou de férias e aproveitando o tempo para resolver uns parangolés. Por este motivo, estou um tanto ausente. 

12 de jul de 2012

Marcas na pele... forever! #2

Hello, peoples!

Vamos para mais uma postagem!? Bem, como muitos sabem sábado(07/07) foi meu aniversário. Muitos do meu RostoLivro também já sabem que meu final de semana foi suuuper corrido, pois estive presente nos 3 dias de Tattoo Rock Fest, uma convenção de tatuagens que acontece todos os anos aqui em Goiânia, nos últimos dez anos. 

Minha reação num evento como esse é bem parecida com a de uma criança numa loja de brinquedos. Maravilhoso! 

Mas, o que realmente me deixou mais feliz foi poder estar lá como participante do evento. Vou explicar. É que todos os anos eu ia somente como visitante e isso para mim já estava de bom tamanho. Minha única atitude era visitar os stands, comprar muitas coisas estilosas, encontrar os amigos e curtir os shows. Mas, dessa vez o tatuador Nériton Tebas teve a brilhante ideia de tatuar minha coxa esquerda para concorrer no Tattoo Rock Fest, na categoria New School. 

Depois de conversarmos, ficou decidido que eu faria mesmo a tatuagem. Eu, logicamente, estava eufórica. Confesso que foi nada fácil ficar todas aquelas horas tatuando. Pois começamos às 17h do dia 06(sexta feira) e terminamos próximo das 4h da madrugada do sábado(07/07)... quase 11 horas de trabalho. Foi cansativo para mim, assim como também deve ter sido super cansativo para o Tebas. Mas, o resultado foi mais do que satisfatório! Ele ganhou o segundo lugar, com a obra de arte que fez em minha tela... ops... pele!

Seguem então algumas fotos da minha mais nova arte na pele!

Apenas o contorno, ainda...
Foto por Ricardo Machado
 Ainda havia muito para ser feito...
Foto por Ricardo Machado
 Em processo... depois de mais ou menos 6 horas de trabalho
Foto por Takashi Hirakawa Junior
 Enquanto estávamos tatuando, na noite de sexta(06/07), no palco que ficava há poucos metros do nosso stand estava rolando o showzão da banda Garotos Podres... parei poucos minutos(intervalo) para ver os caras. 
Foto por Takashi Hirakawa Junior
Aqui a dona bonita finalizada!
Foto por Ricardo Machado
 Depois de quase 11 horas, trabalho pronto! Sim, eu estava esgotada.
Foto por Ricardo Machado
No segundo e terceiro dia houve um turbilhão de fotografias. Confesso que essa onda de "celebridade" foi bem interessante. A galera via a tatuagem brilhando, sabia que era recente e já pedia para tirar uma foto da dita cuja. Não, eles não estavam interessados em minha imagem, a maioria só queria tirar foto da tattoo mesmo! ahahhahaah... mas, era muito bacana ver a galera gostando do trabalho.
Foto por Ricardo Machado
O segundo dia da convenção caiu na data de meu aniversário(07/07). Joicynha completando 3.4 e também fazendo aniversário de casamento. Marido e eu estávamos comemorando 11 anos que nos "amarramos perante a lei". Então, era mais do que justo eu festejar ao lado de meus dois tesouros.

Arquivo pessoal
No último dia de evento, durante a entrega de prêmios, ao ouvirmos falarem no microfone "tatuada Joicy, tatuador Tebas", eu olhei para o Tebas e de imediato saímos correndo em direção ao palco! hahahahah... foi uma euforia! Muito, muito, muito bom. Sei que o Tebas ficou super feliz, afinal é o reconhecimento de seu trabalho. Eu fiquei muito satisfeita também, é fato. Aliás, quem olhava para mim, sabia que eu estava radiante!!
Foto por Ricardo Machado

Nériton Tebas é formado em Design Gráfico pela Universidade Federal de Goiás e além de tatuador, é excelente ilustrador, caricaturista, grafiteiro... enfim, um artista! O desenho para essa tatuagem foi criação dele, que por sinal eu achei demais!!! :)
Maiores informações, clique aqui => Tebas Arte Tattoo

Foto tirada no último dia... :) Por Oui! Fotografia...
 Então é isso!! Termino por aqui e para compreenderem essa minha paixão por tatuagem, eu sugiro que leiam(se desejarem, é claro) atentamente uma postagem que fiz há alguns meses, falando sobre isso! Para conferir, basta clicar aqui ó...


Beijinhos...
Câmbio, desligo!

6 de jul de 2012

Blogagem coletiva: Espiritualidade


Como publiquei em uma postagem há alguns dias, hoje haverá uma blogagem coletiva com participação de excelentes blogueiros(lista ao final deste post).
A temática dessa blogagem é "Espiritualidade". 
Já falei sobre esse assunto numa entrevista, há alguns meses, mas aqui no Umas e outras será a primeira vez que posto sobre essa questão. Sendo assim, não haverá muita diferença entre meu texto que será colocado aqui, uma vez que minha visão continua sendo a mesma. 
Sobre a temática, cheguei a ficar em dúvida se deveria publicar ou não meu breve texto aqui no Umas e outras, pois acredito que seja um tema bastante delicado de abordar. Principalmente porque minha visão é bastante diferente do “aceito” pela maioria. 
Começo dizendo que não sigo religião. Já fui membro de igreja há muuuiitos anos. Venho de uma família cristã e, como dizem aí, praticante. Mas, chegou certo momento de minha vida que decidi não ser parte de igreja/religião alguma. A questão é que eu realmente não consigo concordar com o que as igrejas têm feito com a fé das pessoas. O que vemos são indivíduos se aproveitando da boa fé alheia para se darem bem. Também não concordo com a "luta de egos" existente entre as religiões, com aquele discurso implícito de “minha fé é melhor que a sua”, meu deus é verdadeiro, o seu não(só falta dizerem "meu deus é com D o seu é com d) e blábláblá. Tenho pra mim que a igreja é uma instituição excludente, mesmo que digam o contrário. Excludente, uma vez que o ser humano precisa se "encaixotar" em determinados padrões para se enquadrarem no aceito por elas. É apenas minha opinião pessoal, diante de muitas coisas que já presenciei.
Acredito que cada um é responsável por sua vida e não um ser supremo. Acho muito complicado aplicar a responsabilidade de tudo o que acontece em nossa vida a um deus ou vários deuses, ou, como vemos por aí, ao diabo. Aliás, é se eximir demais de suas próprias responsabilidades.
Creio nas energias positivas(e, claro, as negativas também... mas, essas? Eu faço um esforço para não me atingirem!).
Eu acredito que tenho uma espiritualidade que independe de dogmas e afins e se isso é acreditar em um deus(ou Deus, como sei muitos farão a correção mentalmente), não sei dizer. Simplesmente digo que não tenho necessidade de dar um nome para o que eu sinto. Eu simplesmente sinto e pronto!
Imagem daqui
Ps. Sinta-se à vontade para comentar à respeito da postagem. Sei que o tema é polêmico, mas mesmo que sua opinião seja contrária à minha, será muito bem vinda aqui! :)


Para quem quiser visitar os outros blogueiros que estão participando da Blogagem Coletiva, segue abaixo a lista dos blogs confirmados: 


Escritos Lisérgicos


Telinha Crítica

(IN)Feliz

As Crônicas de Von Serran

Uma Pandora e sua Caixa

Palavresias

Espelho da Alma Soninha
 

Moiselle Mad

Umas e Outras

Versos, Prosas e Colóquios

Minha Forma de Expressão

Diário de Um ano bom


Humor em Conto

Perplexed Life

Borboleta Cinza



Sementes Poéticas

Cuidando do Nosso Canteiro Interior

Revolta e Romance

Sal Page 

Inconsciente Flutuante


Paulo Cheng

Portal do Inferno

Samambaia 

 Eternamente VV

Nascida em Versos

Escritora de Artes

Divagações de Cronópio


Apenas Palavras

Espaço Zero

Meu modo suave de escrever


Relativa Seriedade

Ishitara Enluarada


Mensagens do Frei Petrônio de Miranda
 
 Malú I am
 

Apenas Palavras

 Diários de Bordo

Preenchendo o Vazio da Existência

Café entre Amigos

Liberdade lá vou eu....

O que Meu Coração Diz
 

3 de jul de 2012

Se não é meu... não posso levar!

Hello, povo blogosférico!

Hoje vamos levar um papo educativo. Hoje será a Joicy professora e mãe falando com vocês, ok?

Vou começar com um momento "senta que lá vem a história"!

Certa vez, quando meu filho estava com 3 aninhos, chegou da escola e quando fui tirar seu uniforme percebi que no bolso do short havia um bloquinho, daqueles que vem nas caixas/jogos com alfabetos de madeira.
Quando perguntei para porque estava com aquela peça e quem havia dado para ele, me disse na maior inocência "É meu, mamãe. Olha aí, tem meu nome. A tia falou que esse é o G de Gustavo". No momento achei graça, apesar de não ter demonstrado, pois como professora e mãe babona achei fofo ele associar o objeto ao seu nome. Na verdade não havia o seu nome ali, havia a sua letra inicial: G.
Foi então que no diálogo eu percebi que ele pegou o objeto por achar que era mesmo dele, inocentemente. Em sua cabecinha de criança, ainda muito pequena, era difícil compreender que a letra de seu nome, era também letra de vários outros nomes e aquele bloquinho em questão não era dele.
Foi então que eu tive que entrar em ação. Expliquei que o objeto fazia parte de um jogo da escola e por isso ele não poderia trazer para casa, pois de forma alguma podemos pegar o que não é nosso. No dia seguinte entreguei o bloco para ele e disse que deveria devolver à professora. Foi o que aconteceu. 
Gustavinho com 3 anos. Meu pequeno Mangá...
Como eu trabalhava na mesma escola, quando encontrei com a profe dele, ela disse pra mim: "Joicy, você sabe que ele não levou o objeto pra casa por mal, né!? Que ele realmente pensou que era dele, por causa da letrinha G. É que estávamos brincando com os bloquinhos e eu disse que cada um deveria deixar separada a sua letrinha". Então eu respondi algo mais ou menos assim: "Sim, eu sei, mas não poderia deixar passar, pois hoje ele pegou por ingenuidade, mas se ninguém o corrigir e disser que não é dele, pode parecer natural pegar o que não é dele e eu não quero que ele cresça pensando assim". Enfim, essa história teve um Happy and e todos viveram felizes para sempre, no que diz respeito à esse assunto! rsrsrsrs...

Porque estou falando isso?! Pois há algumas semanas uma mãe chegou em uma das escolas que leciono, com sua filha sendo "arrastada" pelo braço e quando chegou à porta da sala mandou a menina devolver dois estojos(sim, 2) que ela havia "levado" para casa e que pertenciam a duas colegas da sala e uma das coisas que ela disse foi "filha minha tem que aprender que não se leva nada que é dos outros pra casa". Depois do susto repentino, de ter a mulher nervosa na porta de uma das salas de aula, a diretora e coordenadora conseguiram levá-la para outro espaço, com a menina, para conversarem. Claro, a atitude da mãe foi um tando radical e acabou expondo a criança de forma brusca. Contudo, preciso parabeniza-la por ter notado o objeto e ter alertado(mas, não concordo com a forma como ela fez). 

Infelizmente, como professora eu vejo que muitas crianças levam coisas que não são suas, diariamente, para casa e muitos pais sequer percebem. Olhar a mochila de seus filhos, ainda na infância, não é invasão de privacidade. Eles estão numa idade em que o caráter está se formando e precisamos ficar atentos para determinadas atitudes.

Diversas vezes, durante todos os meus anos de profissão, tive que lançar mão de didáticas diferenciadas para trabalhar o assunto em questão com meus alunos, pois por diversas vezes aconteceram situações desagradáveis, envolvendo furto. Mas, infelizmente os pais não nos ajudam(sem querer generalizar), participando dessa ação, observando seus filhos. Se a família não se mostra presente numa situação como essas, a probabilidade do indivíduo crescer achando que tudo isso é muito natural é bem maior. 

Hoje pode ser apenas um bloquinho, uma borracha ou um estojo... mas e amanhã??

Encontrei um link que mostra algumas dicas de como lidar com as crianças, em situações como essa, clique aqui para acessá-lo.

O tema é sério... muito sério! Mas, vamos rir um cadim com o meme abaixo...
Imagem daqui
FICA A DICA:
Para quem gosta de música, vai curtir minha postagem mais recente lá do blog AntesQueOrdinárias, chamada "A música de Johnny Depp..." (Para ir até o post, clique aqui ó!)